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Olivier Boëls é detentor do mais importante e prestigiado prêmio da fotografia mundial, World Press Photo 2000, concorrendo com os mais famosos fotógrafos do mundo. Sua fotografia concorreu com cerca de cem mil fotos enviadas, de mais de 5.500 fotógrafos, de 131 países. Em 60 anos de prêmio, menos de 10 fotógrafos receberam este prêmio no Brasil. O World Press é um marco para os fotojornalistas de todo o mundo e as imagens premiadas viram ícones da história mundial. Foi duas vezes finalista do prêmio Smithsonian (2011 e 2013) nos Estados Unidos, e do prêmio Memorial Maria Luisa 2011, na Espanha. Entre os prêmios nacionais, ganhou o 1º FOTO ARTE 2004, na categoria Política e Social, e o prêmio Pierre Verger 2002, com a antropóloga Lena Tosta. Participou de mais de 50 exposições em lugares como o Museu Nacional, em Brasília; Conjunto Cultural da Caixa (DF, SP e BA); Teatro Nacional, em Brasília; SESC (DF); Harbourfront Center, em Toronto, no Canadá; Índia Habitat Centre, em Nova Delhi, na Índia; e Museu Nacional da Coreia do Sul. Seu trabalho faz parte do arquivo permanente do zonezero, site de fotografia mais visitado do mundo.

É cofundador da Etnofoco (www.etnofoco.com). onde desenvolve trabalhos autorais. Criada em 1999, a produtora é especializada em trabalhos fotográficos, audiovisuais e em pesquisas antropológicas. Em 2010, a Etnofoco apresentou o curta-metragem Cinzas Sagradas na era de Kali, no Musée du Quai Branly, em Paris, durante o colóquio internacional Arrêts sur Images. O curta também integrou a exposição “Índia”, apresentado no CCBB (SP, RJ e DF), em 2012. Segundo o informativo inglês The Art Newspaper, a mostra foi a 11ª exposição temática mais visitado do mundo naquele ano. Em 2014 a produtora apresentou o multimídia Varanasi – o umbigo do mundo, no II Festival Internacional de Cinema e Transcendência no Museu dos Correios, em Brasília. Olivier é também cofundador da Ashram Photo que tem como objetivo promover a cultura fotográfica por meio da realização de exposições, workshops nacionais e internacionais e da venda de fotografias fine arte.
 

 

 

 João Paulo Barbosa, fotógrafo da “Paisagem humana e natural”, viaja o mundo para realizar projetos. Recebeu prêmios da National Geographic (Alemanha) e do Banff Centre (Canadá). Produziu livros (Antártica, Coreia, Equador, Indonésia etc), reportagens (Go Outside, Superinteressante, Terra etc) e exposições em 15 países, como Angola, Espanha, Índia, Timor Leste, e Venezuela. Representou o Brasil no Fórum de Comunicação Cultural do G20, na Coreia, fez a curadoria das exposições Parques Nacionais Brasileiros e Espécies Ameaçadas de Extinção (ambas com itinerância pelo Brasil e realização do Ministério do Meio Ambiente), e a coordenação do projeto Parque Nacional de Brasília 50 anos, que resultou em livro/exposição no Museu Nacional de Brasília. Seu trabalho sobre a Amazônia é exibido permanentemente pelo Museu Nacional do Índio Americano, e, Washington DC, desde 2004. Atualmente, é o fotógrafo do Projeto Pelos Caminhos de Darwin e curador da exposição Antártica do Museu Virtual de Ciência e Tecnologia da Universidade de Brasília.
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